12596474_1638956689701049_1487014455_n
No meu primeiro post eu já deixei bem claro que sou daquelas pessoas que se apegam fácil em algumas histórias, certo? Então já começo meu pedido de desculpas pela demora dizendo que foi realmente difícil me desapegar da continuação do “Apenas um dia”. Vocês não entendem a dor que eu sinto agora de não poder falar para o Willem: “Vem cá me dar um abracinho, por favor?”.

Mas vamos ao que importa, porque hoje serão vários destinos em um só livro.

Lembram sobre como o primeiro livro fala, basicamente, da versão da Allyson sobre aquele dia em Paris e sobre como ela se redescobriu e se apaixonou em apenas um dia? Agora a brincadeira é outra. Nesse livro nós temos, nada mais, nada menos, que a versão do Willem. Porque, claro, a gente merece saber o que se passava pela cabecinha de mochileiro desapegado dele né? E já era óbvio que a gente ia se apaixonar por ele também.

Nossa viagem de hoje começa em Paris, e como é de se esperar, foram inúmeros acasos que levaram ao desencontro do nosso casal (que claro, não merecia todos esses desencontros).

Só que o acaso dessa vez não é tão divertido, e o Willem acaba sofrendo um acidente que faz com que ele perca parcialmente sua memória, ou seja, ele só consegue se lembrar de algumas coisas e do apelido que ele deu para ela: Lulu.

Apenas-Um-Ano-Review-1

E é aí que a gente embarca em uma aventura junto com ele, porque mesmo sem saber quem ela é, de onde ela é ou como encontrá-la, ele decide ir atrás dela usando aquelas poucas lembranças que ele tinha de algumas conversas daquele dia.
É isso mesmo gente, o amor existe e ele acaba levando o Willem até o México. Bom saber disso né? Só que como nem tudo são rosas ele acaba achando que o destino dele não é encontrar ela, e sim se encontrar e larga mão da busca para ir pro outro lado do mundo atrás de respostas.

Nesse livro a gente acaba descobrindo muito mais sobre quem ele é e porque acabou se tornando o “mochileiro desapegado” que conhecemos no primeiro livro.
Várias perguntas que a Allyson tem sobre ele, são respondidas nessas 348 páginas, e olha gente, confesso que é de partir o coração e dar um leve desespero na alma. Rolaram algumas lágrimas enquanto eu lia tudo isso, já aviso que são fortes emoções.

Apenas-Um-Ano-Review-2

Mas aí vem a Gayle (maravilhosa) Forman e mais uma vez faz a gente se perguntar sobre algumas coisas das nossas vidas enquanto nós lemos sobre a vida dele.
Esse não é um livro de redescobrimento pessoal, e sim, de redescobrir suas raízes. De retomar laços. De se encaixar, mais uma vez, em sua própria história. Esse é um livro que nos mostra como é fácil fugir de quem somos, mas como é difícil retomar nossas vidas de onde um dia paramos sem pensar nas consequências, mas olha, fica aí a lição: Nunca é impossível.

Ps¹. Mais uma vez eu preciso repetir que esse é um livro de partir corações e de suspiros profundos e avisar que para ler essa história é necessário: uma caixa de lenços, uma caixa de chocolates e um cobertor bem quentinho. Sério, não é fácil.

Ps². As marcações no livro estão tortas por motivos de: eu estava chorando. Sim, este é mais um aviso.

Te vejo no próximo destino!!

Youtube               Instagram                Facebook                Twitter

Comments

comments

FacebookTwitterPinterestGoogle +Stumbleupon
Isabella Mendonça de Castro
Written by Isabella Mendonça de Castro